- A agência espacial NASA voltou a ganhar destaque fora do campo científico após uma declaração inusitada envolvendo futebol e exploração espacial
- O administrador da agência, Jared Isaacman, afirmou que pretende enviar uma bola de futebol à Lua caso os Estados Unidos vençam a Copa do Mundo
- O objeto poderia integrar futuras missões como parte de cargas úteis destinadas ao programa lunar da NASA
A NASA voltou a ganhar destaque fora do campo científico após uma declaração inusitada envolvendo futebol e exploração espacial. O administrador da agência, Jared Isaacman, afirmou que pretende enviar uma bola de futebol à Lua caso os Estados Unidos vençam a Copa do Mundo.
“Vamos levar a bola de futebol para lá. Então fica um incentivo extra para os Estados Unidos. Esse é o desafio. Equipe dos EUA, façam o trabalho”, disse Isaacman durante uma entrevista coletiva na última terça-feira (30).
A proposta chamou atenção por unir um dos maiores eventos esportivos do planeta aos planos de expansão lunar da NASA. Segundo Isaacman, o objeto poderia integrar futuras missões como parte de cargas úteis destinadas ao programa lunar da agência.
Enquanto isso, a Seleção Norte-Americana segue viva na competição e entra em campo nesta quarta-feira (1º), às 21h (horário de Brasília), contra a Bósnia e Herzegovina.
A ideia de levar objetos esportivos ao espaço não é totalmente inédita. Recentemente, a FIFA já teve uma bola oficial enviada à International Space Station. No entanto, transportar esse tipo de item até a superfície lunar representaria um avanço simbólico e logístico muito maior.
A exploração da Lua já recebeu registros históricos ligados ao esporte. Em 1971, o astronauta Alan Shepard realizou uma improvisada demonstração de golfe durante a missão Apollo 14, tornando-se o primeiro e único humano a praticar o esporte na superfície lunar.
De acordo com o gerente do programa da futura base lunar da NASA, Carlos Garcia-Galan, a inclusão de cargas simbólicas como essa poderia ocorrer dentro das missões planejadas para os próximos anos, que visam estabelecer uma presença humana mais duradoura no satélite natural.





