- Minas Gerais publicou um decreto que proíbe a publicidade e o patrocínio de empresas de apostas em bens públicos estaduais e em eventos promovidos ou apoiados pelo Poder Executivo
- A nova regra impede a exposição de marcas do setor em diferentes formatos de comunicação comercial, como placas, painéis, faixas, banners, totens e painéis eletrônicos
- A medida tem como objetivo evitar que ambientes públicos sejam associados à divulgação de apostas esportivas
O Governo de Minas Gerais publicou um decreto que proíbe a publicidade e o patrocínio de empresas de apostas em bens públicos estaduais e em eventos promovidos ou apoiados pelo Poder Executivo.
A nova regra impede a exposição de marcas do setor em diferentes formatos de comunicação comercial, como placas, painéis, faixas, banners, totens e painéis eletrônicos instalados em espaços abrangidos pelo decreto.
Segundo o Governador Mateus Simões, a medida tem como objetivo evitar que ambientes públicos sejam associados à divulgação de apostas esportivas.
A iniciativa também estabelece novas restrições para propriedades utilizadas em eventos e atividades que tenham participação do governo estadual.
A determinação já produziu reflexos no futebol mineiro. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encaminhou um ofício ao Cruzeiro e à Federação Mineira de Futebol (FMF) alertando para a necessidade de adequações no Mineirão diante das novas regras.
Embora o decreto tenha origem estadual, a CBF ressaltou que o clube mandante precisa assegurar que o estádio cumpra os regulamentos das competições nacionais. A entidade também apontou que a restrição pode interferir em contratos e acordos comerciais relacionados às propriedades publicitárias do estádio.
O Cruzeiro, por sua vez, informou que seguirá utilizando o Mineirão como palco de seus jogos. A mudança exigirá, porém, ajustes na exposição de marcas de empresas de apostas no estádio, especialmente em espaços que estejam sujeitos às determinações do governo estadual.






