Por comunidade LGBTQIA+, Mercedes terá cores do arco-íris nos carros da F1

Ação será realizada nas etapas do Azerbaijão, Canadá e Grã-Bretanha

junho 9, 2022

A Mercedes aproveita o mês de junho, conhecido como Mês do Orgulho LGBTQIA+, para alterar as cores do seu logotipo nas duas etapas da F1 que serão disputadas no período. Serão elas: Azerbaijão, no dia 12, e Canadá, no dia 19, além da Grã-Bretanha, no início de julho.

Como parte da iniciativa ‘Mercedes-Benz Pride Star’, o logotipo da montadora alemã terá as cores do arco-íris nos bicos dos carros. A escuderia quer auxiliar na conscientização sobre as causas LGBTQIA+. Lewis Hamilton e George Russell também usarão o mesmo logotipo nos capacetes.

A marca Pride Star faz parte do programa Accelerate 25 e representa uma expressão visual do compromisso da escuderia em criar uma equipe mais diversificada e inclusiva nos próximos três anos.

“Acreditamos firmemente que promover uma cultura na qual os membros de nossa equipe possam expressar livremente sua personalidade e identidade resultará em uma equipe mais forte e com melhor desempenho. Sob a bandeira da Mercedes-Benz Pride Star, compartilhamos o compromisso com uma cultura de diversidade e inclusão, e lutamos contra todas as formas de discriminação. Todos são diferentes. Mas somos todos iguais. Defendemos a abertura, a confiança e a justiça. E acreditamos que todos merecem ser respeitados e apreciados por quem são”, disse a escuderia, em seu site.

A equipe divulgou também que, ainda em junho, promoverá um evento para ratificar a importância da união de todos os colaboradores com aqueles que fazem parte da comunidade LGBTQIA+. Além disso, compartilhará uma série de histórias batizadas de “O que o orgulho significa para mim” de membros da equipe internamente ao longo do mês, facilitando o acesso a uma variedade de oportunidades de aprendizado relacionadas ao tema.

Lewis Hamilton já havia usado as cores do arco-íris em seu capacete no GP do Catar do ano passado. Nele, a frase “We Stand Together” (“Estaremos Juntos”, em tradução livre), clara alusão de defesa ao movimento LGBTQIA+, cujos direitos são violados no país árabe.