Copa Feminina

“Os números do negócio futebol feminino crescem de forma natural no Brasil”

Modalidade aparece no TOP 10 em crescimento de praticantes mulheres no país

Rafael Plastina é CEO da Sport Track

25 de julho de 2023

2 minutos de Leitura

O futebol feminino está mostrando toda a sua força na Copa do Mundo 2023, tanto em competitividade, quanto em consumo. Prova disso, é que a estreia do Brasil diante de Panamá registrou recorde de audiência. No entanto, o engajamento feminino no esporte é visto também em relação à sua prática.

De acordo com dados da Sport Track, somente em 2022, 52% das mulheres passaram a praticar um novo esporte ou atividade física. Dentre os novos esportes, o futebol aparece no TOP 10, com 6% de praticantes femininas.

Quando o tema é a prática total, o número é maior: 75% das mulheres praticam algum esporte ou atividade física. O futebol segue no TOP 10 e 13% das mulheres dizem praticar a modalidade. Percentual estável se comparado a 2021.

Foto: Thais Magalhães/CBF

“A Copa começou e é muito interesse notar como os números do negócio futebol feminino crescem de forma natural no Brasil. O mercado está atento e vai reagir. Cresce o interesse do fã, logo cresce o interesse da mídia e dos patrocinadores. Claro, qualquer esforço a mais ajuda, mas, mesmo assim, é um processo natural e em curso”, disse Rafael Plastina, CEO Sport Track.

No ecossistema dos patrocinadores, a visão do executivo é corroborada pelas inúmeras ativações de marcas que já foram feitas na estreia do Brasil na competição.

Plastina acredita que, com tamanha visibilidade e engajamento das mulheres em relação a Copa do Mundo Feminina, o cenário tende a mudar positivamente para o futuro levantamento que analisará o ano de 2023.

“Essa é a grande notícia, mesmo que talvez não seja na velocidade que todos nós desejamos”, finalizou.

A Sport Track Edição 2022 realizou 2.100 mil entrevistas entre os dias 14 e 28 de outubro do ano passado.

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