Rio de Janeiro será sede do Mundial de Ginástica Rítmica de 2025

A resposta chega nove dias depois de o Brasil ter formalizado o seu pleito

novembro 23, 2023

A Confederação Brasileira de Ginástica recebeu da Federação Internacional de Ginástica a confirmação de que o Comitê Executivo da entidade suprema do esporte decidiu dar ao Brasil o direito de sediar a 41ª edição do Mundial de Ginástica Rítmica.

A resposta chega nove dias depois de o Brasil ter formalizado o seu pleito, protocolando o pedido junto à FIG. A CBG recebeu o apoio do Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte e da Secretaria Geral da Presidência. O evento está previsto para transcorrer em agosto de 2025.

“O Brasil se firmou primeiro como potência reconhecida da Ginástica Artística e esse mesmo processo se repete com a Ginástica Rítmica. Mas devo dizer que receber o direito de organizar, em solo brasileiro, me dá uma emoção diferente. É o reconhecimento de que o Brasil é forte dentro do ginásio, mas também fora dele. Porque significa que a FIG está dando um aval à nossa capacidade de organização, de logística, de receber as melhores atletas do mundo da maneira como se deve, com hospitalidade”, disse a presidente da CBG, Luciene Resende.

“É com muito orgulho que podemos dizer que o Brasil ganhou o direito de ser sede do Mundial de Ginástica Rítmica de 2025, que será realizado na Cidade Maravilhosa, o Rio de Janeiro. Mostraremos, nas figuras de nossas ginastas, toda a grandiosidade, dedicação e competência da mulher brasileira”, acrescentou o ministro do Esporte, André Fufuca

“Este é um momento histórico, não só para a Ginástica do Brasil, mas também de toda a América do Sul. Termos um Mundial de Ginástica Rítmica pela primeira vez em nossa região é um acontecimento que se reveste de uma importância incomensurável. É um divisor de águas. Representa uma oportunidade para que a América do Sul tenha papel de destaque no principal evento do ano na Ginástica Rítmica. Vai acelerar o amadurecimento e a capacitação do trabalho de quem se envolve com o esporte no continente”, finalizou o Vice-presidente da Consugi, a Confederação Sul-Americana de Ginástica, Ricardo Resende.
 

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