Após caso Griner, atletas da WNBA buscam alternativas para voos particulares

Maior parte das jogadoras e equipes querem transporte fretado, federação argumenta que não pode bancar

janeiro 25, 2023

As jogadoras de basquete feminino nos EUA estão em busca de conseguir viagens particulares, algo que é proibido pela federação, que alega não conseguir arcar com os custos. A discussão foi intensificada na última semana, porque a atleta Brittney Griner, detida em 2022 na Rússia, necessita de voos privados por questões de segurança.

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Griner tem 31 anos e foi presa em um aeroporto da capital russa em fevereiro de 2022, após agentes alfandegários encontrarem em sua bagagem líquido para cigarro eletrônico contendo óleo de canábis. A substância é ilegal na Rússia, mas legalizada nos EUA para fins medicinais. O governo americano conseguiu negociar a soltura e extradição da atleta ainda em 2022.

O entrave existe, pois a Women’s National Basketball Association (WNBA) revelou que viajar em voos particulares durante a temporada é proibido pela organização, exceto se todas as equipes concordarem em utilizá-los. A associação alega que o voo particular pode trazer vantagem para equipes mais estruturadas.

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Solução Complicada

A federação, no entanto, informou que mesmo que todas as equipes concordassem em viagens particulares, não teria como arcar com o preço, que atualmente seria em torno de US$ 30 milhões. Recentemente a equipe New York Liberty foi multada em U$ 500 mil por realizar voos fretados durante a temporada.

Como solução, a atleta Breanna Stwart, que tem ligação a empresas especializadas em voos privados, sugeriu em suas redes sociais que “adoraria fazer um acordo que ajude a bancar viagens para todas as atletas da WNBA”, a jogadora ainda acrescentou que a mudança geraria um produto melhor. A WNBA, no entanto, ainda não se pronunciou oficialmente.